Sunday, 26 June 2016

Rosa Darin religious articles

Rosa Darin (1915-1996) was a very religious lady. She was born in São José do Rio Pardo-SP and moved to Alto-Cafezal-Marília in November 1927 when she was only 12 years old. 

As the Darin Family always lived on the Alto Cafezal side of town, Rosa used to go to church at Santo Antonio's in its various phases. 

Here are some religious articles Rosa left when she died in 1996.






Tuesday, 23 February 2016

Prefeitura de Marilia


Prefeitura de Marilia on the corner of Rua 9 de Julho and Rua Sao Luiz. It was built in the early 1930s. My grandfather Giovanni Battista Da Rin Zoldan had a mixed-business shop on the very spot which he had opened in early 1928. The business went bankrupt because my Grand-dad was naive and sold on credit to people who never paid back. Mr. Darin who was born in Belluno, Italy in 1871, arrived in Brazil in 1888 and lived most of his life as a farmer in São José do Rio Pardo-SP.

He made a little capital and at the age of 56 he thought he'd start a new life as a small business man and moved to Alto-Cafezal-Marilia in November 1927. He'd should've known better than enter a new medium at such a late age. 

After that he worked as a book-keeping man for a few sound business men in Marilia and found means to support his large family for 32 years until his death in 1959. 


Thursday, 26 March 2015

Alto Cafezal - Novembro 1927

15  NOVEMBRO  1927

Aqui vai um resumo da saga da Familia Darin, que abandonou fazenda de sua propriedade na região de São José do Rio Pardo-SP para se aventurar num lugar novo chamado 'Alto Cafezal', depois conhecido como Marilia.

João Baptista Darin, imigrado de Belluno, Italia em 1888, era dono de uma fazenda próspera, mas com 57 anos e já cansado da lavoura estava com vontade de mudar de ramo. Justamente nesta época, circa 1926-1927 chegava-se notícias boas do oeste do estado de São Paulo, região chamada Alta Paulista, que estava sendo desmatada para o plantio de mais cafezais e a construção da Cia.Paulista de Estrada de Ferro. Diziam que era um novo Eldorado, onde as pessoas faziam fortuna rapidamente. O Velho Darin cometeu a loucura de abandonar o certo pelo duvidoso. Abandonou a região de São José do Rio Pardo, bem desenvolvida e com bastante infra-estrutura, para se aventurar no ‘mato’, sem nem mesmo ter visitado o lugar primeiro, para se certificar se era facto ou lenda. 

Em São José as casas eram de tijolos, ao passo que no Alto Cafezal (Marília) as casas eram feitas de madeira recentemente retiradas dos desmatamentos frenéticos que aconteciam a toque de caixa.  Além do mais o solo de Marília provou ser um ‘areião’, que se esgotou logo com a agricultura intensiva, ao passo que a região da Mogiana era de solo fértil. 

E a familia Darin emigrou novamente, depois de exatos 39 anos que tinham chegado da Europa.  João Baptista & Erminia, seu irmão Francesco, e mais uma penca de mais de 20 pessoas tomaram trens, onibus, jardineiras, carroças e vai-lá-se-saber quais outros modos de transportes, para chegarem no meio da selva, Marília, que não era nem município ainda.

Vamos à contagem das pessoas que abandonaram São José do Rio Pardo para fazerem a viagem à Marília no dia 15 de Novembro de 1927:

1. João Baptista Darin (56); 2. Ermínia Billò (49);  3. Rissieri Darin (28); 4. Elisa Surian (34); 5. Ivo João (5 meses);  6. Jacomo (27); 7. Mariquinha Corsini (22);  8. Nilza Darin (1 mês e 4 dias);  9. Maria Darin Dutra (25);  10. Gumercindo Dutra (33);  11. Moacyr Dutra (3 anos);  12. Gecely Dutra (1 ano); 13. Angela Darin (23);  14. Luiz Darin (22);  15. America Darin (20); 16. Octavio (18);  17. João Baptista Filho (16); 18. Nina (Olimpia) (14); 19. Rosa (12);  20. Yolanda (8);  21. Valdemar (6);  22. Tio Chico - Francesco Darin (5)];  23. Antonio-Tóni (23); 24. Trindade (22) estava grávida de 6 meses;  25. Luiza-Giggia (19); 26. Joanin (16).

Vinte e seis pessoas em retirada para irem morar no ‘final da linha’.  Aliás, a linha férrea da Cia.Paulista ainda não tinha chegado em Marília.  Alí era mato puro, algumas ruas abertas no meio da mata.  E os Darin foram viver numa casa de táboas na esquina da Rua Minas Geraes (futura rua 9 de Julho) e rua São Luiz. No mesmo local o Velho abriu uma loja de secos & molhados.

Ermínia Billò ficou totalmente isolada das irmãs Tonina e Maria, e da própria mãe Angela Nani.

Da antiga familia Darin que tinha vindo da Italia em 1888, só Marianna Darin ficou na Mogiana e seus dois irmãos se aventuraram no sertão.

Logicamente não se sabe como foram os primeiros dias dessa nova realidade, mas não devem ter sido muito agradáveis.  Havia muita insalubridade nesses ambientes de ‘desmatamento’, e a primeira vítima não custou tombar.  Mas antes da primeira morte, houve o primeiro nascimento em novas terras.


Nina (Olimpia Darina), Irina, Analia, Rosa Darin & Lila sentadas num tronco na Avenida Rio Branco - não há data, mas sabendo-se que Nina tinha 14 anos e Rosa Darin tinha 12 anos quando chegaram em Marília em Novembro de 1927, eu arriscaria que essa foto foi tirada circa 1929; Nina não teria mais que 16... aliás, nenhuma dessas meninas tem cara de ter mais que 16 anos.  

1928

No início de 1928, os 26 membros da familia se acomodavam na casa que o Nonno comprou na esquina das ruas São Luiz e Minas Geraes (futura rua 9 de Julho), que era considerado o centro de Marília-Alto Cafezal.  Havia a grande família do Nonno Darin (1), mais as pequenas familias do tio Chico (2), da Maria & Gumercindo (3), Rissieri & Elisa (4), Jacó & Mariquinha (5) e Tóni & Trindade (6).  Seis sub-grupos familiares vivendo sob um mesmo teto.

Logo, o casal Gumercindo & Maria mudou-se, com seus filhos Moacyr (3) e Gecely (1) para uma casa que ele próprio construiu lá distante, dentro do mato, mas na própria rua São Luiz. Maria Dutra estava grávida pela 3ª vez. Zuleide conta que seu pai desmatou (na foice) uma data, num mato e construiu uma casa de pau-a-pique. Mais tarde, quando a prefeitura delineou a rua São Luiz para aquele local, a casa ficou ‘fora-de-esquadro’,  lá em cima, no morro, desnivelada com a rua, e o povo achava graça dizendo que parecia uma ‘casa de pombos’. Só bem mais tarde é que Gumercindo construiu aquele sobradinho na linha certa da rua São Luiz, onde morou até o final de sua vida.

Gumercindo trabalhou no comércio de couro, fazendo sapatões (?). Talvez venha daí o contacto com o húngaro Francisco Vidrik, que tinha uma casa de couro na mesma rua São Luiz, onde o Nonno Darin terminou seus dias trabalhando de guarda-livros.

Em Março de 1928 nasce o primeiro filho de Tóni e Trindade, também chamado Antonio Darin.

15 de Setembro de 1928 casa-se Angela Darin (24) com Jayme Scarpetti (20). Não se sabe a razão de tanta pressa para esse casamento, já que os noivos se conheciam há menos de um ano.

Jayme e seu pai  Salvatore Scarpetti (50) eram pioneiros no lugar, tendo chegado no Alto Cafezal em 1925, quando só havia algumas picadas por ali.  Provenientes de Limeira, trabalharam na derrubada da mata, construindo a primeira serraria do Alto Cafezal, existindo foto dela nos livros sobre a história de Marília. Julgando que taboas de madeira era a matéria-prima para fabricação de todas as casas, inclusive edifícios públicos e hoteis, os Scarpetti deviam estar muito bem monetariamente. 

Alto Cafezal-Marília era um lugar com maioria esmagadora de homens, pois eles se aventuravam por lá sem suas esposas e filhos, para só depois de se assentarem, mandarem vir as cônjuges e a prole.  Talvez, porisso Jayme tenha sido tão rápido em casar com uma das Darin, já que mulher jovem era artigo raro por aquelas bandas.  Jayme tirou a sorte grande quando casou-se com Angela Darin. 

20 Setembro 1928 morre Francesco Darin, o querido ‘tio Chico’, as 6:00 horas, de colapso cardíaco, atestado pelo Dr. José Perri, sendo declarante João Baptista Darin, segundo documento da prefeitura de Marília.  Cinco dias depois do casamento de Angela Darin há o primeiro funeral na familia em terras marilienses.  Tio Chico é enterrado no Cemitério da Saudade, uma das primeiras sepulturas, alí perto da entrada.  Mais tarde, com a construção do muro e alargamento, seu túmulo foi removido e os ossos lançados no ossário coletivo.

13 Novembro 1928 nasce Zuleide Dutra, 3ª criança de Maria & Gumercindo Dutra. 

Marilia ainda não era comarca, e para registrar a menina, Gumercindo teria que ir a Assis; então ele resolveu esperar um pouco mais e registrar Zuleide em São José do Rio Pardo, pois ele teria que ir até a Mogiana para tratar da venda da fazenda do Nonno.  Eram negócios ainda pendentes desde a retirada deles da região, em 15 de Novembro de 1927, exatamente um ano antes.

Nota-se que Gumercindo funcionava como ‘mão-direita’ (lugar-tenente) do Velho Darin, que preferia que o genro tratasse de seus assuntos financeiros, invés dos próprios filhos.  Parece que havia um bom entendimento entre genro e sogro. 

1929

Em Janeiro de 1929 nasce a terceira criança de Rissieri & Elisa, a linda Lilia Therezinha, talvez homenagem à Therezinha de Liseux, que tinha sido canonizada em Roma 4 anos anos (1925).

Fevereiro de 1929 casa-se America (21) com Deoclydes Carlos Nogueira (21).

Não sabe-se muito sobre o casamento de America, apenas 5 meses depois de Angela. Eu ouvi dizer que Erminia Billò não queria que a filha se casasse com Deoclydes, pois ele ‘tinha amante’.  Na verdade, America casou-se grávida, pois Milton, seu primeiro filho, nasce no início de Novembro, 7 meses depois do casamento.  Não sei a profissão de Deoclydes nesses tempos;  mais tarde ele se tornou motorista de caminhão.  Não sei a proveniencia de Deoclydes tampouco.

4 de Abril de 1929Marília se emancipa e torna-se município.

28 de Setembro de 1929 nasce Ecidyr Darin, que será mais conhecido como Cidir; terceira criança de Jacomo & Mariquinha.  Ecidyr foi registrado no dia 14 de Outubro de 1929.

29 Setembro 1929 morre Antonio Darin Filho, com 19 meses, filhinho do Tóni.  No atestado de óbito diz:  “morto às 3 horas de 29 Outubro 1929, filho de Antonio Darin, profissão: lavrador e Trindade Alcaide Darin, prendas domésticas, tendo sido declarante Luiz Darin e o Atestado de óbito firmado por Dr. Coriolano Carvalho, que deu como causa mortis Dispepsia Crônica, sendo enterrado no Cemitério de Marilia, quadra 16, chapa 84.”

Assim era Marília... no dia 28 de Setembro nasceu o Cydir e no dia seguinte morreu o Toninho... um verdadeiro inferno tropical.

25 Outubro 1929 morre a menina Lilia Therezinha, com apenas 9 meses de idade.  No livro está: Lilia faleceu as 13 horas. Foi declarante João Baptista Darin, sendo o atestado de óbito firmado pelo dr. José Sampaio, sendo enterrada no Cemitério de Marília, Quadra 16, chapa 75.

5 de Novembro de 1929 nasce Milton Carlos Nogueira, 1º filho de America Darin e Euclides Carlos Nogueira.


Cemitério da Saudade em foto dos anos 1930s, antes da construção do muro de tijolos. Ai foram enterrados os corpos do tio Francesco Darin (20 Setembro 1928), do filho do primo Toni Darin, Antonio Darin Filho (29 Setembro 1929) e da prima Lilia Therezinha (25 Outubro 1929). Depois de 3 mortes em apenas 2 anos, parte da familia Darin, apavorada, voltou para a região de São José do Rio Pardo. A sepultura dos Darin ficava perto do portão principal, que aparece prominente na foto. Nos anos 1940s a Prefeitura construiu um muro de tijolos e as sepulturas proximas da cerca e da entrada foram 'desapropriadas' e os restos mortais jogados em vala comum, que se denominou de 'cruzeiro'. 


1930 

Rissieri & Elisa &  Primos Darin retornam a São José do Rio Pardo em 1930 

A coisa estava preta entre os Darin.  Elisa estava inconformada da perda de mais um filho, dessa vez sua Lilia Therezinha, e temia pela segurança do pequeno Ivo João (3), já que em Marília se morria só de tomar água sem estar fervida.  Elisa arranjou uma maneira de ir embora daquele lugar insalubre e começou a preparar a viagem, já que tinha cadeira como professora do Grupo de São José.

Os primos Tóni, Giggia e Joanin muito tristes por terem perdido o pai logo depois da chegada a esse lugar estranho, aproveitaram a ‘carona’ e voltaram à região da Mogiana. Concluíram que a melhor saída era voltar para São José do Rio Pardo, e lá se foram.

Não se sabe a data exata de quando foram embora, mas foram.  Rissieri nunca mais voltou ao seio da família, e os primos Tóni, Giggia e Joanin também se desgarraram do resto dos Darin.  E aí os laços se perderam.

A turma que voltou para São José do Rio Pardo nos primeiros dias de 1930 são:  1. Rissieri; 2. Elisa; 3. Ivo; 4. Tóni; 5. Trindade; 6. Giggia; 7. Joanin.  

Luiza (Giggia) Darin


Nos anos 1990 eu tentei achar esses primos, mas eles já deviam estar mortos.  Angelina Corsini disse à Thereza Favero (neta de Marianna Darin) que Luiza [Giggia] Darin já tinha morrido nos anos 90, mas tinha ainda duas filhas, Nilza e Cleide morando em Mocóca e outra [Elza] em São José.  Giggia teve um filho de nome Roque, que vivia em São Paulo.  Giggia casou-se com Anselmo Ludovic, informação de Angelina Corsini [irmã mais nova da tia Mariquinha Corsini] que eu sempre visitava nos anos 1990.  Angelina faleceu em 1º Maio 1993. 

Giggia era muito querida entre as primas.  Yolanda diz que ela era bordadeira de ‘mão-cheia’.

Joanin Darin


Irmão mais novo de Tóni & Giggia, tb. era muito querido entre os primos.  Yolanda diz que Joanin era um ‘gozador’ e gostava da pinga tb., embora essa ultima informação não pode ter sido dada por Yolanda, pois Joanin tinha 18 anos (a idade do tio João Darin), quando voltaram para São José.  E pelo que se saiba, era muito difícil esses dois grupos se visitarem devido aos troncos ferroviários de então serem totalmente diferentes.  Os únicos tios que visitaram São José novamente foram o Jácomo, pois seu sogro Dante ainda morava lá, e Valdemar, o caçula, que durante sua fase atlética de corredor visitou a região da Mogiana.

Joanin, digo João Baptista Darin Sobrinho, nascido em 20 Outubro 1911, casou-se com Gertrudes Lucas [não há mais informação que isso] e morreu em 5 de Dezembro de 1980 em Itobi, com 69 anos. 

E aqui ficam todas as informações que temos sobre esse ramo da familia Darin, que voltou para as origens de São José e todos os laços foram desfeitos.



Friday, 5 December 2014

COELHO Family in Marilia-SP early 1960


back row: standing from left to right: João Egas, Mario Alves, Antonio Coelho, Dulce (Antonio's wife), Alice holding her daughter Maria do Carmo, Arlete (?), Marcolino, Pedro, José Coelho,
2nd row: (sitting down) Ana Coelho Egas with Angela with Junior & Marco: Edwiges Coelho Alves, João Marcolino Coelho, Rosa Quitéria da Conceição, Cristina Coelho, ?,  ... Luzia Coelho with ..., Dulce Roza with Paulo Cesar
front row: Aline, Maria Cristina (Ana Coelho's daughter), Roberto (Antonio's son) & Celso Silverio & Gabriel Marcolino.

Wednesday, 1 October 2014

Corsini family

Maria Corsini (born in São José do Rio Pardo-SP) married Jacomo Darin (born in ) and moved to Marilia-SP in November 1927. As we have already seen a previous post about Nilza Darin's tragic death in 1947, now we'll go into more details about the CORSINI family itself that stayed back in São José do Rio Pardo.


Dante Corsini was born in Pistoia in 1875. Eugenio Corsini and Clarinda were Dante's parents. Not much else is known about Dante's time in Italy or whenever he migrated to Brazil.

Fact is Dante Corsini married my grand-mother Erminia Billò's sister Antonia Billò aka Tonina some time around the turn of the century 1900.


Antonio Corsini is born in 30 June 1903 - Dante & Antonia's first child. Angela Uccela & Cartoi Tonini are his grandparents. Antonio must have died in an outbreak of yellow-fever in 1903.

Maria Corsini is born in 17 January 1905 - she will marry Jacomo Darin in 23 November 1924.

Octavio Corsini, born in 25 May 1907 - baptized in 7 July 1907 at Capella da Villa Costina; grand-parents: Baptista Piva & Luiza Uccella; he'll marry Laura M. Darin, Alegricia Pioltini & João Darin's daughter.

Guido Corsini is born in 1910; he will marry Anna Buaro circa 1935.

Angelina Corsini is born in 13 October 1912; she will marry João Mello and had Dirce (married to Maldonado). Dirceu; Darcy aka Neguinho. Angelina was one of the last Corsini to die in 1st May 1993.

Ferruccio Corsini is born circa 1915; aka Nego.

Olga Corsini is born in 1918; 7th child; Olga died in 19 November 1980 aged 62.

Orlando Corsini is born in 24 December 1920.

Geny Corsini is born circa 1923.

Helio Corsini is born in 6 November 1925

Jacomo Darin & Maria Corsini circa 1924

Maria Corsini (19) marries Jacomo Darin in 23 November 1924, the exact day Jacomo aka Jacó becomes 24 years old.

Jacomo Darin was the 3rd child born of Marco Giovanni Battista Da Rin Zoldan & Erminia Billò. He had been named after Giacomo Darin (no relation) who shared the farm with his father Giovanni Darin. Jacomo's god-father was Giacomo's brother Giovanni Darin (no relation to his namesake). As the first born (Antonio Americo) died in infancy, Jacomo (born in 23 November 1900) became the second boy, less than 2 years younger than Rissieri Darin (born in 15 January 1899).

So when Rissieri married the elementary teacher Elisa Surian in 16 June 1924, Jacomo who had been courting his cousin Maria Corsini - his mother's sister's daughter - pressured his parents to exert influence on Dante Corsini (Maria's very jealous father) to accept him as a son-in-law. Dante was dead set against this marriage but somehow ended up agreeing and they tied the knot before the year was out exactly on Jacomo's 24th birthday, a Monday.

Maria moved to her in-laws and as the Darin family also had a Maria (born in 1902 three years Corsini's senior) she became known as Mariquinha, a way to tell them apart.

Mariquinha gave birth to a still-born boy in 21 August 1926 at 3 o'clock in the morning at Fazenda Apparecida. No name is shown in the obituary. Only 'still born baby boy from uterine trauma' (traumatismo uterino).

Nilza Darin is born in 11 September 1927 - just a year after the still-birth of her baby-boy, Maria gives birth to her only daughter in Canoas-SP, a small town at the end of the line of Mogiana train track (see post about Nilza Darin for more information).

15 November 1927 - just when Nilza was 2 months old, mother, dad and the whole Darin Family moved from São José do Rio Pardo in the northern part of S.Paulo state to the new settlement of Alto Cafezal-Marilia in the south-western part of the state - settlement which was not even linked to the main train line yet.

Maria Corsini loses contact with the rest of the Corsini Family who stay back in the Mogiana Railroad area. It used to take more than 24 hours to get from A to B then. And it was expensive too.

Ecydir Darin is born in 28 September 1929 in Marilia. Ecydir aka Cidir was registered in 14 October 1919.

Odyr Darin is born in August 1931 in Marilia. Odyr is the 4th child of Corsini & Darin.

early in 1934, Angela Nani, mother of Maria, Erminia & Tonina Billò dies in Itobi-SP; Erminia Billò dies in 25 May 1934. Maria Billò married Narciso Bartolozo and left to São Sebastião da Grama-SP; later on Maria Billò with some of her children to the ABC region on the metropolitan area of the city of S.Paulo. Angelina Corsini said she ended up losing one leg when she was already an old woman.

Jurandyr Darin aka Nezinho is born in 12 June 1934.

Jacomo Darin (38) dies in 14 November 1938, leaving Maria Corsini (33) widowed with 4 children to raise: Nilza (11), Ecidyr (9), Odyr (8) and Nezinho (4).

some Marilia citizens concerned with the economic situation of Maria Corsini rallied around and she was given a position of servant in a primary school that was opening at Vila São Miguel (III Grupo Escolar) in the outskirts of town. Maria worked there until she retired some 30 years later.

I remember aunt Mariquinha so well. Mother used to visit her every now and then when I was very young until the time we moved out of Marilia in December 1960. As we lived at rua Mato Grosso we had to walk


Angelina Corsini in 1990 

Most of the information I've got about the Corsini Family was told me by Angelina Corsini (*13 Oct 1912 + 1 May 1993) circa 1990, when I visited São José do Rio Pardo a few times in search for information concerning my grand-parents marriage date. Angelina Corsini was a nice lady who used to talk freely to me at the door of her house. It's funny she never invited me inside but I never considered that negatively... some people in small towns are just like that; they can talk for hours at their gate or front door.

Angelina shed a lot of light into the many subjects I was pursuing. Angelina told me about my grand-father's only sister Marianna Darin whose son Octavio was still alive and living on the other side of town with one of his daughters. Angelina told me family secrets that were corroborated by other people later. I was really sorry to know she died suddenly in 1993.

Angelina was 7 years younger than her sister Maria Corsini aka Mariquinha who became my aunt when she married my Mother's brother Jacomo in 1924. Mind you, my Mother was only 5 years old when her brother married. In those big families it was common for older siblings to marry and have children of their own while their old parents were still giving birth to kids that were younger than their nephews and nieces.

from left to right: Helio Corsini, Angelina C., ?, ?, ?,?, Lauro Miotto, Wanda Darin, Maria Raquel Miotto, ?, ?, ?, Geny's husband, Geny Corsini, Zueleide Dutra, Maria Corsini, Valdemar Darin, Jurandyr Corsini aka Nezinho, his bride Lu.
from left to right: Zuleide Dutra, Maria Corsini, Valdemar Darin, the bride Lucineide, ?, Lu's friend, Odyr Darin's wife, Odyr, Yolanda Darin, Corina Lopes, Ecydir Darin, Rosa Darin, Maria Darin Dutra, America Darin, Deoclides Nogueira, Maria da Gloria Redondo & João Baptista Darin Filho.

Maria Corsini's youngst son Jurandyr Darin marries Lucineide in mid-1976 in Marilia.


Dante Corsini was born in the Province of Pistoia in Italy. We don't know exactly what 'comune'.

Amelia Paiva Bertonha wrote at Facebook's group Memoria de Marilia in 4 October 2014:  Em 1948, 1949, 1950 e 1951 dei aula no 3o. Grupo da Vila São Miguel como professora substituta. Só me formei em 1950, mas mesmo sem me formar, me chamavam pois havia falta de substitutas. Devo ter conhecido sua tia Maria Corsini, Carlus Maximus. Há um fato interessante sobre esse Grupo Escolar. Minha irmã Maria Nilce estava dando aula, como substituta na sala do 4º ano primário, cheio de meninos grandes, quando percebeu que caiu algo do telhado, não havia forro, que entrou em seu decote. Ela, aos gritos, constatou que era uma baratona voadora. Houve um alvoroço e os meninos queriam salva-la da tal barata... mas... teriam que por as mãos dentro do decote. Então uma servente, correu e tirou a barata. Nessa altura, Maria Nilce estava "derrotada", enojada, começou a vomitar. Poderia ser essa moça da foto. Tal fato deu-se em 1948.......

Calus Maximus answered:  olha, Amelia Paiva Bertonha, essa minha tia Mariquinha era do tipo que 'resolvia qualquer parada'. Ela era tipo 'elétrica', relativamente baixa, mas falava rápido. Seus olhos chispavam. Na verdade ela 'puxou' para o pai dela, italiano de Pistoia, que era 'duro'. Dizem que o velho Dante Corsini era tão duro, que mesmo no leito de morte (1947), ele olhava p'ra cima e 'cuspia em Deus', exclamando 'Dio cane'! Isso só p'ra você ter uma noção da 'dureza' do velho. Mariquinha não xingava Deus, mas era 'dura'. Uma barata para ela não seria nada. rs! Nessa sua história, está me parecendo que houve intervenção da tia Mariquinha. Só ela teria tido uma atitude tão rápida  e certeira assim. Obrigado por relatá-la. E me lembro também de ouvir que a Mariquinha não tinha medo de aluno 'marmanjo', pois mesmo depois de adultos eles ainda a tratavam com reverência, quando a encontravam pela cidade por acaso.

Mariquinha foi um apelido dado pelas suas cunhadas, já que já havia uma Maria (minha tia mais velha, nascida em 1902) quando ela veio morar na casa de meus avós na Fazenda Apparecida. Maria Corsini, na verdade era prima de 1o. grau do marido Jacomo Darin. Tonina Billò era a irmã mais nova de Ermina Billò, minha avó materna. 

Não tenho certeza se no III Grupo ela era conhecida como 'dona Mariquinha' ou 'dona Maria'. Ela ficou viúva em Novembro de 1938 e começou a trabalhar no III Grupo em 1939 ou 1940.

Thursday, 18 September 2014

Macera family

As the original settlement of Alto Cafezal started growing fast in the 1920s many European immigrant families thought of moving to that new Eldorado. My Mother's family Darin arrived in what was already called Marilia in November 1927. They were a big family with mother, father and 12 sons and daughters plus a few in-laws.

Two of these Darin kids ended up marrying into the Macera family that arrived from Rio Claro-SP a few years later. Octavio Darin, the 8th child of my grandparents married Sebastiana Macera and later on, Olimpia Darin aka Nina, the 10th child married Domingos Macera the 7th kid from the Macera clan.

Paschoal Macera was born in Italy in 1 July 1881. We don't know much about his early life. He married Adelina Giovanni (born in 8 September 1882) in Rio Claro-SP in 20 July 1901 and had many children; 10 of which lived to adulthood.

Filomena known as Nucia, married a man called Fredemberg and had Yvone & Euri.
Sebastiana married my uncle Octavio Darin and had 2 boys: Adilson & Octavio Luiz.
Vicentina never married. She worked as a nurse at Gota de Leite and other hospitals.
Odila married Lazaro J.S.Netto (born in 21 April 1912) and had a daughter called Cleumara.
Pierina married Oswaldo Coelho and had 2 boys: Orestes & Ozires.
Emília (Zica) married Carlos Santilli and had Ofelia, Lila & Carlinhos.
Domingos (Mingo) married my aunt Olimpia (Nina) Darin and had Ariene & Aristeu.
Wilson Macera
Nelson Macera married Marizete and had a boy
Maria Macera married Armindo Arnaldo Vieira (born in 29 January 1912).

As far as I know, the Macera family moved to Marilia because son-in-law Carlos Santilli (born 11 Jan 1900), who was a bit of a business man and entrepreneur had moved to Marilia first, was involved with the football club and local society. As Santilli knew his brother-in-law Domingos (aka Mingo - born in 29 Oct 1914) was a good football player he told him he would have a brighter future moving there.

I don't really know if Mingo arrived in Marilia by himself or with his father, mother, brothers and sisters. Anyway, the whole Macera family took the morning train leaving Rio Claro-SP and arrived in Marilia at twilight one day in the early 1930s. They built a house on Rua Nelson Spielmann where they lived for decades.

When Mingo married Nina in 1938, he built a house on Rua Rio Grande do Sul, where he lived until his death in 22 Nov 1981. Other Macera sisters also moved to houses nearby Mingo's at Rua Rio Grande do Sul.

Sebastiana Macera marries Octavio Darin in 8 Dec 1936 ; Nina Darin marries Mingo Macera in 31 May 1938, 
souvenir of Octavio & Sebastiana's wedding 8 Dec 1936.
Yolanda Darin, her sister-in-law Sebastiana Macera & Octavio Darin with Joly. 
Sebastiana says 'adieu' to the Daughters of Mary in 28 Nov 1936; Paschoal Macea & Adelina Giovanni celebrate their 50th Anniversary in 20 July 1951.

Carlos Santilli (11 Jan 1900 + 23 Sep 1954); Emilia Macera Santilli (18 Dec 1906 + 30 Sep 1983); Orpheu Raphael Santilli (17 Aug 1926 + 19 Sep 1990); Marcos Aurelio Santilli (20 Oct 1964 + 10 July 1978) & Guilherme Bazzo Santilli.