Monday, 5 December 2016

Ramilo Ribeiro 1938-1977

Ramilo Ribeiro was born in Marilia on 4 March 1938. According to records I found at Santo Antonio's vestry he was baptized as Romiro Ribeiro on 29 May 1938, having Jose dos Santos as godfather and Ana Amelia as godmother. 

Ramilo's mother Joana Ribeiro eventually married Joaquim Pavão de Oliveira aka as Quincas, who was my grandmother's Albina Rosa de Jesus's brother. 

Albina Rosa de Jesus came from a large family in Sao Sebastião do Rio Bonito-RJ (now it is called Pentagna) and when she married Fernando Antonio Amorim, they moved to Ourinhos-SP in 1918, fleeing the Asian flu aka Spanish flu that had spread world-wide during the demobilization of troops that killed each other in Europe between 1914 and 1918.

Albina's baby sister Margarida and younger brother Quincas also made the trip to Ourinhos-SP and by 1933 everyone had re-located to Marilia where they lived in various places.

Quincas died on 11 August 1951, when he was only 43 years old and left Joana and Ramilo grieving. 

Ramilo was 13 years old then. Mother & son shared a wooden-house on Rua Lima e Costa, 1075, with Margarida and her de-facto husband Domiciano, a half-breed from Ceará.

I remember visiting our second aunt Margarida (who was really my father João's aunt) in her shack on Rua Lima e Costa and then go around into the back of the lot to visit Joana who lived 'parede-meia'. They were all very poor but very friendly. My Mother always took some gifts and we sat down on tia Margarida's double-bed to talk. Margarida was a really thin woman, smoked straw cigarettes and had a funny laughter which mingled with her constant cough. 

This was circa 1958 and Ramilo, who was 20 years old, was working as a shop assistant at Livraria Progresso, a great stationary place on Avenida Sampaio Vidal. (read further account below the photos).  

Ramilo Ribeiro at Saint Anthony's vestry in 1956 (probably). 

Ramilo Ribeiro as an altar-boy at Santo Antonio circa 1956.
altar boys leading the procession down Avenida Sampaio Vidal. 
Ramilo swinging the chacoal incense holder - keeps on going ahead until theey will reach Sao Bento's cathedral. 

Suddenly, in December 1960, when I was 11 years old, we left Marilia and moved to Sao Paulo. I never saw those extended-family relatives anymore. I visited Marilia in 1963, but there was no time to see everyone. 

Joana Ribeiro died in 1964. Two years later, on 30 April 1966, tia Margarida died in a hospital so that family nucleus made up of 4 people - Joana, Ramilo, Margarida & Domiciano - came to an end. 

Not long after Joana's death or even before she died, Ramilo found work in a government agency and moved to Sao Paulo. I remember meeting Ramilo by mere chance in front of Cine Ipiranga on a Sunday afternoon circa 1964 or 1965 when that area was really up-market. 

Actually, a little before Joana died she had adopted a boy they called Luiz Carlos and when Ramilo moved to Sao Paulo, after his mother's death he brought Luiz Carlos along and raised him as his own son. From what I remember, Ramilo shared a place with Nersidio, a friend of his from Marilia who also worked for the same company that built roads in the state of Sao Paulo. 

In the mid 1970s, I couldn't precise the year, Ramilo went missing. He wouldn't show up at his work, he wouldn't come home to the place he shared with Nersidio and Luiz Carlos. 

After a week or so, my aunt Dulce Roza Amorim Coelho was notified by the Police and she went to Instituto Medico Legal to try and identify a body that had been found at Rio Pinheiros. Dulce told me the body was bloated and in an advanced state of putrefaction. She could not say for sure it was Ramilo's body but she had a hunch that it had to be it. And it must have been true because Ramilo never came back.  

Wednesday, 2 November 2016

Rua Campos Salles, 350 Marília-SP

my second-cousin Paulo Roberto Camargo, his sister Mariângela and their aunt Beatriz Scarpetti having my grandfather Giovanni Battista Darin's house in the background. The original wooden house was torn down circa 1934 and a brick house was built circa 1949.
Beatriz Scarpetti resting on the stoop that leads to the causeway that connected my Grandfather's varandah with the street gate. See the lamplight in the background.   

Paulo Roberto at the back yard of the house on Rua Campos Salles, 350. See the picket fence that divided my Grandfather's house from the house next door which was still made out of wood. 

Sunday, 26 June 2016

Rosa Darin religious articles

Rosa Darin (1915-1996) was a very religious lady. She was born in São José do Rio Pardo-SP and moved to Alto-Cafezal-Marília in November 1927 when she was only 12 years old. 

As the Darin Family always lived on the Alto Cafezal side of town, Rosa used to go to church at Santo Antonio's in its various phases. 

Here are some religious articles Rosa left when she died in 1996.






Tuesday, 23 February 2016

Prefeitura de Marilia


Prefeitura de Marilia on the corner of Rua 9 de Julho and Rua Sao Luiz. It was built in the early 1930s. My grandfather Giovanni Battista Da Rin Zoldan had a mixed-business shop on the very spot which he had opened in early 1928. The business went bankrupt because my Grand-dad was naive and sold on credit to people who never paid back. Mr. Darin who was born in Belluno, Italy in 1871, arrived in Brazil in 1888 and lived most of his life as a farmer in São José do Rio Pardo-SP.

He made a little capital and at the age of 56 he thought he'd start a new life as a small business man and moved to Alto-Cafezal-Marilia in November 1927. He'd should've known better than enter a new medium at such a late age. 

After that he worked as a book-keeping man for a few sound business men in Marilia and found means to support his large family for 32 years until his death in 1959. 


Thursday, 26 March 2015

Alto Cafezal - Novembro 1927

15  NOVEMBRO  1927

Aqui vai um resumo da saga da Familia Darin, que abandonou fazenda de sua propriedade na região de São José do Rio Pardo-SP para se aventurar num lugar novo chamado 'Alto Cafezal', depois conhecido como Marilia.

João Baptista Darin, imigrado de Belluno, Italia em 1888, era dono de uma fazenda próspera, mas com 57 anos e já cansado da lavoura estava com vontade de mudar de ramo. Justamente nesta época, circa 1926-1927 chegava-se notícias boas do oeste do estado de São Paulo, região chamada Alta Paulista, que estava sendo desmatada para o plantio de mais cafezais e a construção da Cia.Paulista de Estrada de Ferro. Diziam que era um novo Eldorado, onde as pessoas faziam fortuna rapidamente. O Velho Darin cometeu a loucura de abandonar o certo pelo duvidoso. Abandonou a região de São José do Rio Pardo, bem desenvolvida e com bastante infra-estrutura, para se aventurar no ‘mato’, sem nem mesmo ter visitado o lugar primeiro, para se certificar se era facto ou lenda. 

Em São José as casas eram de tijolos, ao passo que no Alto Cafezal (Marília) as casas eram feitas de madeira recentemente retiradas dos desmatamentos frenéticos que aconteciam a toque de caixa.  Além do mais o solo de Marília provou ser um ‘areião’, que se esgotou logo com a agricultura intensiva, ao passo que a região da Mogiana era de solo fértil. 

E a familia Darin emigrou novamente, depois de exatos 39 anos que tinham chegado da Europa.  João Baptista & Erminia, seu irmão Francesco, e mais uma penca de mais de 20 pessoas tomaram trens, onibus, jardineiras, carroças e vai-lá-se-saber quais outros modos de transportes, para chegarem no meio da selva, Marília, que não era nem município ainda.

Vamos à contagem das pessoas que abandonaram São José do Rio Pardo para fazerem a viagem à Marília no dia 15 de Novembro de 1927:

1. João Baptista Darin (56); 2. Ermínia Billò (49);  3. Rissieri Darin (28); 4. Elisa Surian (34); 5. Ivo João (5 meses);  6. Jacomo (27); 7. Mariquinha Corsini (22);  8. Nilza Darin (1 mês e 4 dias);  9. Maria Darin Dutra (25);  10. Gumercindo Dutra (33);  11. Moacyr Dutra (3 anos);  12. Gecely Dutra (1 ano); 13. Angela Darin (23);  14. Luiz Darin (22);  15. America Darin (20); 16. Octavio (18);  17. João Baptista Filho (16); 18. Nina (Olimpia) (14); 19. Rosa (12);  20. Yolanda (8);  21. Valdemar (6);  22. Tio Chico - Francesco Darin (5)];  23. Antonio-Tóni (23); 24. Trindade (22) estava grávida de 6 meses;  25. Luiza-Giggia (19); 26. Joanin (16).

Vinte e seis pessoas em retirada para irem morar no ‘final da linha’.  Aliás, a linha férrea da Cia.Paulista ainda não tinha chegado em Marília.  Alí era mato puro, algumas ruas abertas no meio da mata.  E os Darin foram viver numa casa de táboas na esquina da Rua Minas Geraes (futura rua 9 de Julho) e rua São Luiz. No mesmo local o Velho abriu uma loja de secos & molhados.

Ermínia Billò ficou totalmente isolada das irmãs Tonina e Maria, e da própria mãe Angela Nani.

Da antiga familia Darin que tinha vindo da Italia em 1888, só Marianna Darin ficou na Mogiana e seus dois irmãos se aventuraram no sertão.

Logicamente não se sabe como foram os primeiros dias dessa nova realidade, mas não devem ter sido muito agradáveis.  Havia muita insalubridade nesses ambientes de ‘desmatamento’, e a primeira vítima não custou tombar.  Mas antes da primeira morte, houve o primeiro nascimento em novas terras.


Nina (Olimpia Darina), Irina, Analia, Rosa Darin & Lila sentadas num tronco na Avenida Rio Branco - não há data, mas sabendo-se que Nina tinha 14 anos e Rosa Darin tinha 12 anos quando chegaram em Marília em Novembro de 1927, eu arriscaria que essa foto foi tirada circa 1929; Nina não teria mais que 16... aliás, nenhuma dessas meninas tem cara de ter mais que 16 anos.  

1928

No início de 1928, os 26 membros da familia se acomodavam na casa que o Nonno comprou na esquina das ruas São Luiz e Minas Geraes (futura rua 9 de Julho), que era considerado o centro de Marília-Alto Cafezal.  Havia a grande família do Nonno Darin (1), mais as pequenas familias do tio Chico (2), da Maria & Gumercindo (3), Rissieri & Elisa (4), Jacó & Mariquinha (5) e Tóni & Trindade (6).  Seis sub-grupos familiares vivendo sob um mesmo teto.

Logo, o casal Gumercindo & Maria mudou-se, com seus filhos Moacyr (3) e Gecely (1) para uma casa que ele próprio construiu lá distante, dentro do mato, mas na própria rua São Luiz. Maria Dutra estava grávida pela 3ª vez. Zuleide conta que seu pai desmatou (na foice) uma data, num mato e construiu uma casa de pau-a-pique. Mais tarde, quando a prefeitura delineou a rua São Luiz para aquele local, a casa ficou ‘fora-de-esquadro’,  lá em cima, no morro, desnivelada com a rua, e o povo achava graça dizendo que parecia uma ‘casa de pombos’. Só bem mais tarde é que Gumercindo construiu aquele sobradinho na linha certa da rua São Luiz, onde morou até o final de sua vida.

Gumercindo trabalhou no comércio de couro, fazendo sapatões (?). Talvez venha daí o contacto com o húngaro Francisco Vidrik, que tinha uma casa de couro na mesma rua São Luiz, onde o Nonno Darin terminou seus dias trabalhando de guarda-livros.

Em Março de 1928 nasce o primeiro filho de Tóni e Trindade, também chamado Antonio Darin.

15 de Setembro de 1928 casa-se Angela Darin (24) com Jayme Scarpetti (20). Não se sabe a razão de tanta pressa para esse casamento, já que os noivos se conheciam há menos de um ano.

Jayme e seu pai  Salvatore Scarpetti (50) eram pioneiros no lugar, tendo chegado no Alto Cafezal em 1925, quando só havia algumas picadas por ali.  Provenientes de Limeira, trabalharam na derrubada da mata, construindo a primeira serraria do Alto Cafezal, existindo foto dela nos livros sobre a história de Marília. Julgando que taboas de madeira era a matéria-prima para fabricação de todas as casas, inclusive edifícios públicos e hoteis, os Scarpetti deviam estar muito bem monetariamente. 

Alto Cafezal-Marília era um lugar com maioria esmagadora de homens, pois eles se aventuravam por lá sem suas esposas e filhos, para só depois de se assentarem, mandarem vir as cônjuges e a prole.  Talvez, porisso Jayme tenha sido tão rápido em casar com uma das Darin, já que mulher jovem era artigo raro por aquelas bandas.  Jayme tirou a sorte grande quando casou-se com Angela Darin. 

20 Setembro 1928 morre Francesco Darin, o querido ‘tio Chico’, as 6:00 horas, de colapso cardíaco, atestado pelo Dr. José Perri, sendo declarante João Baptista Darin, segundo documento da prefeitura de Marília.  Cinco dias depois do casamento de Angela Darin há o primeiro funeral na familia em terras marilienses.  Tio Chico é enterrado no Cemitério da Saudade, uma das primeiras sepulturas, alí perto da entrada.  Mais tarde, com a construção do muro e alargamento, seu túmulo foi removido e os ossos lançados no ossário coletivo.

13 Novembro 1928 nasce Zuleide Dutra, 3ª criança de Maria & Gumercindo Dutra. 

Marilia ainda não era comarca, e para registrar a menina, Gumercindo teria que ir a Assis; então ele resolveu esperar um pouco mais e registrar Zuleide em São José do Rio Pardo, pois ele teria que ir até a Mogiana para tratar da venda da fazenda do Nonno.  Eram negócios ainda pendentes desde a retirada deles da região, em 15 de Novembro de 1927, exatamente um ano antes.

Nota-se que Gumercindo funcionava como ‘mão-direita’ (lugar-tenente) do Velho Darin, que preferia que o genro tratasse de seus assuntos financeiros, invés dos próprios filhos.  Parece que havia um bom entendimento entre genro e sogro. 

1929

Em Janeiro de 1929 nasce a terceira criança de Rissieri & Elisa, a linda Lilia Therezinha, talvez homenagem à Therezinha de Liseux, que tinha sido canonizada em Roma 4 anos anos (1925).

Fevereiro de 1929 casa-se America (21) com Deoclydes Carlos Nogueira (21).

Não sabe-se muito sobre o casamento de America, apenas 5 meses depois de Angela. Eu ouvi dizer que Erminia Billò não queria que a filha se casasse com Deoclydes, pois ele ‘tinha amante’.  Na verdade, America casou-se grávida, pois Milton, seu primeiro filho, nasce no início de Novembro, 7 meses depois do casamento.  Não sei a profissão de Deoclydes nesses tempos;  mais tarde ele se tornou motorista de caminhão.  Não sei a proveniencia de Deoclydes tampouco.

4 de Abril de 1929Marília se emancipa e torna-se município.

28 de Setembro de 1929 nasce Ecidyr Darin, que será mais conhecido como Cidir; terceira criança de Jacomo & Mariquinha.  Ecidyr foi registrado no dia 14 de Outubro de 1929.

29 Setembro 1929 morre Antonio Darin Filho, com 19 meses, filhinho do Tóni.  No atestado de óbito diz:  “morto às 3 horas de 29 Outubro 1929, filho de Antonio Darin, profissão: lavrador e Trindade Alcaide Darin, prendas domésticas, tendo sido declarante Luiz Darin e o Atestado de óbito firmado por Dr. Coriolano Carvalho, que deu como causa mortis Dispepsia Crônica, sendo enterrado no Cemitério de Marilia, quadra 16, chapa 84.”

Assim era Marília... no dia 28 de Setembro nasceu o Cydir e no dia seguinte morreu o Toninho... um verdadeiro inferno tropical.

25 Outubro 1929 morre a menina Lilia Therezinha, com apenas 9 meses de idade.  No livro está: Lilia faleceu as 13 horas. Foi declarante João Baptista Darin, sendo o atestado de óbito firmado pelo dr. José Sampaio, sendo enterrada no Cemitério de Marília, Quadra 16, chapa 75.

5 de Novembro de 1929 nasce Milton Carlos Nogueira, 1º filho de America Darin e Euclides Carlos Nogueira.


Cemitério da Saudade em foto dos anos 1930s, antes da construção do muro de tijolos. Ai foram enterrados os corpos do tio Francesco Darin (20 Setembro 1928), do filho do primo Toni Darin, Antonio Darin Filho (29 Setembro 1929) e da prima Lilia Therezinha (25 Outubro 1929). Depois de 3 mortes em apenas 2 anos, parte da familia Darin, apavorada, voltou para a região de São José do Rio Pardo. A sepultura dos Darin ficava perto do portão principal, que aparece prominente na foto. Nos anos 1940s a Prefeitura construiu um muro de tijolos e as sepulturas proximas da cerca e da entrada foram 'desapropriadas' e os restos mortais jogados em vala comum, que se denominou de 'cruzeiro'. 


1930 

Rissieri & Elisa &  Primos Darin retornam a São José do Rio Pardo em 1930 

A coisa estava preta entre os Darin.  Elisa estava inconformada da perda de mais um filho, dessa vez sua Lilia Therezinha, e temia pela segurança do pequeno Ivo João (3), já que em Marília se morria só de tomar água sem estar fervida.  Elisa arranjou uma maneira de ir embora daquele lugar insalubre e começou a preparar a viagem, já que tinha cadeira como professora do Grupo de São José.

Os primos Tóni, Giggia e Joanin muito tristes por terem perdido o pai logo depois da chegada a esse lugar estranho, aproveitaram a ‘carona’ e voltaram à região da Mogiana. Concluíram que a melhor saída era voltar para São José do Rio Pardo, e lá se foram.

Não se sabe a data exata de quando foram embora, mas foram.  Rissieri nunca mais voltou ao seio da família, e os primos Tóni, Giggia e Joanin também se desgarraram do resto dos Darin.  E aí os laços se perderam.

A turma que voltou para São José do Rio Pardo nos primeiros dias de 1930 são:  1. Rissieri; 2. Elisa; 3. Ivo; 4. Tóni; 5. Trindade; 6. Giggia; 7. Joanin.  

Luiza (Giggia) Darin


Nos anos 1990 eu tentei achar esses primos, mas eles já deviam estar mortos.  Angelina Corsini disse à Thereza Favero (neta de Marianna Darin) que Luiza [Giggia] Darin já tinha morrido nos anos 90, mas tinha ainda duas filhas, Nilza e Cleide morando em Mocóca e outra [Elza] em São José.  Giggia teve um filho de nome Roque, que vivia em São Paulo.  Giggia casou-se com Anselmo Ludovic, informação de Angelina Corsini [irmã mais nova da tia Mariquinha Corsini] que eu sempre visitava nos anos 1990.  Angelina faleceu em 1º Maio 1993. 

Giggia era muito querida entre as primas.  Yolanda diz que ela era bordadeira de ‘mão-cheia’.

Joanin Darin


Irmão mais novo de Tóni & Giggia, tb. era muito querido entre os primos.  Yolanda diz que Joanin era um ‘gozador’ e gostava da pinga tb., embora essa ultima informação não pode ter sido dada por Yolanda, pois Joanin tinha 18 anos (a idade do tio João Darin), quando voltaram para São José.  E pelo que se saiba, era muito difícil esses dois grupos se visitarem devido aos troncos ferroviários de então serem totalmente diferentes.  Os únicos tios que visitaram São José novamente foram o Jácomo, pois seu sogro Dante ainda morava lá, e Valdemar, o caçula, que durante sua fase atlética de corredor visitou a região da Mogiana.

Joanin, digo João Baptista Darin Sobrinho, nascido em 20 Outubro 1911, casou-se com Gertrudes Lucas [não há mais informação que isso] e morreu em 5 de Dezembro de 1980 em Itobi, com 69 anos. 

E aqui ficam todas as informações que temos sobre esse ramo da familia Darin, que voltou para as origens de São José e todos os laços foram desfeitos.



Friday, 5 December 2014

COELHO Family in Marilia-SP early 1960


back row: standing from left to right: João Egas, Mario Alves, Antonio Coelho, Dulce (Antonio's wife), Alice holding her daughter Maria do Carmo, Arlete (?), Marcolino, Pedro, José Coelho,
2nd row: (sitting down) Ana Coelho Egas with Angela with Junior & Marco: Edwiges Coelho Alves, João Marcolino Coelho, Rosa Quitéria da Conceição, Cristina Coelho, ?,  ... Luzia Coelho with ..., Dulce Roza with Paulo Cesar
front row: Aline, Maria Cristina (Ana Coelho's daughter), Roberto (Antonio's son) & Celso Silverio & Gabriel Marcolino.